18/12/2010

25 kg a menos e balanço de 2010


Agora já são 26 quilos a menos. As roupas já são outras, o organismo responde diferente, me sinto mais sexy, bonita ... O melhor de tudo é estar me sentindo muito satisfeita com a minha vida (em todos os aspectos), como há muito tempo não sentia.


Eu e Carine estamos muito bem. Ainda em fase de lua-de-mel, até agora pouca aporrinhação e toneladas de bons momentos.


Trabalho com novo gás, estou voltando pra conversação em inglês em fevereiro e 2011 promete ser um ano do caralho.


Sinto falta de alguns amigos queridos, principalmente do Marcelo e da Carla, ambos do trabalho. Aqueles amigos que te completam no dia-a-dia, pena que agora estão mais distantes.


Lidiane foi uma grande revelação em 2010. O MBA nos aproximou e aquela empatia que já existia, virou uma amizade deliciosa. Foto em homenagem à nossa amizade.


Melhores momentos em ordem de acontecimento: MBA, promoção, Chitos novamente na minha vida, cirurgia, Carine, novos amigos, ter resolvido uma pendência com uma pessoa que é muito especial na minha vida, terminar o ano fora do cheque especial!


Piores: separação, medo do desconhecido, sensação de tempo perdido.


Saldo: SUPER POSITIVO


E como sempre, obrigada Deus, por me dar cada vez mais força e certeza para continuar em frente, aproveitando da melhor maneira, a maturidade.


Beijo imenso a todos que me acompanham, feliz Natal e um novo ano fabuloso!!


06/11/2010

18 kg a menos...

Fiz 2 meses de cirurgia dia 25 e perdi 18kg. Ótimo, estou muito satisfeita com esse ritmo, tá dando tempo da pele se acomodar e desabar um pouco menos, pouquinho menos... Engraçado como os outros estão mais ansiosos e na expectativa da "nova" Ana do que eu. Todo mundo fica perguntando quantos quilos perdidos e dizendo que eu vou me sentir outra pessoa etc. A aparência é algo que realmente é muito valorizado pela maioria das pessoas, essa é uma constatação.

E eu, continuo me sentindo a mesma Ana, a Ana da qual já gostava e sentia orgulho, só estava incomodada com o meu peso. Agora, só me sinto mais leve, com as roupas largas, com o guarda-roupa minguado. Já sinto muito menos peso nas minhas pernas por conta das varizes e nenhuma dor nas costas. Por outro lado, sempre tenho uma leve queda de pressão depois que como e isso me dá uma sensação de moleza e sonolência absurda, depois passa e fica tudo bem.

Não tenho pressa de me transformar nessa "nova" Ana, quero ir me acostumando aos poucos com esse novo corpo, com esse organismo tão mudado, só quero ficar saudável. Claro que vou querer um guarda-roupa novo, plástica para subir com o que caiu, corpo bonito e bem-estar, acima de tudo. Quero ser uma velhinha enxuta, sem doenças, que pode curtir a maturidade sem depender de ninguém. Qualidade de vida, esse foi o motivo da cirurgia para mim.

Agradeço a Deus por tudo estar correndo bem. Até agora, não engasguei com nada, não entalei, não vomitei. Como praticamente de tudo, tive dumping leve 3 vezes, todas por ficar muito tempo sem comer, não estou conseguindo comer batata cozida (só em purê) e já experimentei praticamente todo tipo de carne, até farofa e arroz estão descendo na boa.

Ando me sentindo mais cansada do que o normal, ontem comecei na academia e levantar uma plaquinha de peso foi um sacrifício. Andei 15 minutos na esteira e fiquei cansada, nem tanto quanto imaginava, porque a senhorita é andarilha e vez por outra fazemos longas caminhadas, o que tem me ajudado.

Minha meta para o final de dezembro é perder 14 kg, chegar aos 100 e malhar bastante, voltar a ter o bom condicionamento físico que eu já tive.

Estou feliz. Afetivamente, estou naquela fase deliciosa de realização, de curtir conhecer a outra, de achar delicioso ficar em casa o dia todo namorando, dar uma volta na praia de mãos-dadas e parecer que fez o melhor programa do mundo. É bom sentir admiração pela pessoa de quem a gente gosta, a senhorita me faz admirá-la cada dia mais com sua força de vontade, sua garra, seus planos, sua vontade de sorver o mundo. Gosto de me sentir fazendo parte desta história, tenho a sensação de que construiremos muito juntas. Estamos agora em sintonia plena.

No trabalho, tudo melhor. A minha volta de férias foi bem traumática, estava bastante desmotivada, desestimulada. Agora passou, voltei a gostar do que eu faço, apesar de estar naquele ritmo frenético de fim de ano. Ontem, tive uma notícia que me deixou preocupada, mas também orgulhosa. Estou sendo cotada para substituir minha Gerente nas férias dela, em janeiro. Como tudo muda por lá a toda hora, pode ser que até lá volte a ser a sub-gerente, que estaria deslocada em outra função, mas só de me cogitarem eu fiquei feliz. Não feliz por ficar no lugar dela, que será mais trabalho e nenhuma grana, mas feliz pela confiança que depositam em mim e na credibilidade profissional que conquistei. Bom se sentir recompensada de alguma forma.

Minha vida anda super agitada e vivo cansada. A cada ano que passa, o peso da idade vai fazendo diferença. Sinto falta de dormir as minhas 9h por noite que me deixam muito bem, durante a semana quase nunca durmo mais de 7h e chega no domingo, tenho vontade de passar o dia todo deitada, claro que não dormindo... Mas também tenho fome de viver, de me sentir realizando coisas, curtindo a vida, um cineminha, um jantarzinho e essas coisas que não gosto que fiquem só para o final de semana. Já repararam que a gente só vive mesmo durante as 48 horas do final de semana? Os outros 5 dias a gente fica por conta das obrigações, da rotina e pouco sobra pra fazer o que se gosta.

Tá chegando o final do ano e parece que o mundo pulsa mais rápido, as pessoas ficam frenéticas e ansiosas por uma coisa que não entendo bem o que é. Todas as lojas já têm "caixinha" e ando pensando em colocar uma na minha mesa... rs Começa o stress de onde vamos passar o Ano-Novo e aquela frustração de nunca se fazer nada realmente interessante, por falta de grana. Tudo caríssimo, falta um carro para podermos fazer umas viagens mais simples, as festas ficam uma fortuna. Mas é só um dia, depois tudo volta ao normal, até o Carnaval...

01/11/2010

Suave caminho

Um daqueles presentes que ganhamos, sem querer, do acaso de nossas vidas atribuladas...

Suave Caminho

Mário Pederneiras

"Assim, ambos assim, no mesmo passo,
Iremos percorrer a mesma estrada,
tu no meu braço, trêmulo, amparada,
e eu amparado no teu lindo braço.

Ligados nesse arrimo, embora escasso
venceremos as urzes da jornada,
e tu te sentirás menos cansada,
e eu menos sentirei o meu cansaço.

E assim ligados pelos bens supremos
que para mim o teu carinho trouxe,
placidamente pela vida iremos:

Calcando mágoas, afastando espinhos,
como se a escarpa dessa vida fosse
o mais suave de todos os caminhos."


E tudo segue como deve ser, feliz...

16/10/2010

Sol e lua...

Sábado passado, fomos ver a peça "Tudo o que eu queria te dizer", da Martha Medeiros, monólogo da atriz Anna Beatriz Nogueira e depois o filme "Como esquecer", com a Ana Paula Arósio.

A peça é muito boa, ainda que tenha achado extremamente curta, aproximadamente 50 minutos. Mas como eu só paguei R$ 10,00 a meia, não doeu tanto assim. É feio, eu sei, avaliar uma peça pelo tempo, mas acho uma falta de respeito com o público que sai de casa para fazer esse programa, dar só 50 minutos de entretenimento. Menos do que muita gente deve ter levado para chegar lá. Mas "no frigir dos ovos", valeu a pena. A atriz é impecável, leva a comédia e o drama muito bem e é super simpática com o público.

Sobre o filme... Bom, Ana Paula Arósio está fantástica como uma sapa mega deprimida depois de terminado um relacionamento de 10 anos. Aliás, para quem não curte filme baixo-astral, não vá. São mais de 60 minutos de drama, com pitadas de humor por conta da atuação do Murilo Rosa, que está ótimo como o gay boa praça que tenta animar as deprimidas do filme. Mas o que eu gostei mais(que pervertida), foi a cena de sexo entre a Ana Paula e uma atriz que não conheço: muito sensual, sutil, mas bem erótica.

Sinceramente, não acho que valha a pena ir ao cinema ver esse filme. Eu enquadro ele na categoria de bons filmes que a gente deixa pra ver em casa, numa tarde de domingo chuvosa, na cama. E de preferência numa fase feliz da vida e bem acompanhada, para não correr o risco de cortar os pulsos no final. A não ser que você só veja a cena de sexo... hehehe

Mas foi uma noite muito gostosa. Passamos sempre horas e horas conversando, se conhecendo, tentando dar a outra elementos concretos para essa atração fulminante, tão subjetiva no início, ainda que fortemente física. As mãos sempre dadas e os dedos entrelaçados, anseiam por sentir o calor da outra bem perto. O medo ainda se manifesta com frequência, ela comedida que é, se assusta com a velocidade e intensidade dessa avalanche e eu, sem comedimento algum, me assusto com o medo dela. Somos sol e lua em quase tudo, mas nossos encontros são sempre luminosos, especiais...





E foi um feriado delicioso, como têm sido todos os finais de semanas no último mês...

Apesar de nossa ainda recente história, sinto que estamos conseguindo harmonizar o yin-yang né, senhorita?

09/10/2010

E para a senhorita...



Me Deixas Louca

Elis Regina

Quando caminho pela rua lado a lado com você
Me deixas louca
E quando escuto o som alegre do teu riso
Que me dá tanta alegria
Me deixas louca

Me deixas louca quando vejo mais um dia
Pouco a pouco entardecer
E chega a hora de ir pro quarto escutar
As coisas lindas que começas a dizer
Me deixas louca

Quando me pedes por favor que nossa lâmpada se apague
Me deixas louca
Quando transmites o calor de tuas mãos
Pro meu corpo que te espera
Me deixas louca

E quando sinto que teus braços se cruzaram em minhas costas
Desaparecem as palavras
Outros sons enchem o espaço
Você me abraça, a noite passa
E me deixas louca

Homenagem à amizade


Estou passando por uma daquelas fases deliciosas na vida. Essas que vêm e vão na vida de todo mundo, que nos faz recriar forças para enfrentar as marés ruins, que também vêm e vão, nada é perfeito.

Vida profissional estabilizada, coração saltitante de felicidade, finanças sem sobressaltos, saúde em perfeito estado mesmo após essa mudança brusca da cirurgia e amizade "reatada" com a minha melhor amiga, Sabrina.

Estivemos uns 6 meses afastadas, separadas por um daqueles dissabores pelos quais passam um dia, todas as amizades de longa data. São 10 anos de cumplicidade, carinho, papos cabeça, discussões filosóficas, risadas, zoações, divertimento. Apesar de muito diferentes na forma de se expressar e de se portar diante da vida, somos almas gêmeas na honestidade, seriedade, companheirismo, valores, gostos e inteligência, claro... hehehe

Foi chato esse tempo que não compartilhamos, estávamos meio de saco cheio de tudo, inclusive de nós mesmas, nos irritamos com a postura da outra, faltou flexibilidade, paciência. Muitas coisas aconteceram que teria sido muito bom dividir com ela, mas foi um tempo necessário. Como eu acredito que tudo na vida tem um motivo, acho que essa ausência também teve e serviu para fortalecer mais ainda o nosso vínculo.

É maravilhoso ter alguém como ela como amiga. Daquele tipo que você entrega a vida nas mãos, que você conta até as coisas mais sórdidas, os medos, as dúvidas, as merdas que fez e sabe que vai ouvir uma opinião inteligente, sincera, sem ser necessariamente o que o nosso ego quer ouvir.

Tudo isso pode estar parecendo meio lésbico mas não é. Ela nem é do babado, mas ouve todas as minhas mazelas lésbicas e acompanhou e aceitou com imenso carinho essa minha opção, mesmo ficando meio perplexa no início com essa novidade, depois de presenciar minha intensa vida hétero.

Resolvi escrever isso porque acordei me dando conta de como a gente fala tão pouco para as pessoas como elas são importantes pra gente; como é bom valorizar as pessoas que a gente ama, como é gostoso saber o que o outro sente por nós. Sendo eu essa faladeira que sou, ou escrevinhadora, resolvi registrar aqui para a posteridade (rs), a importância fundamental dessa amiga na minha vida.

E como conselho, sigam esse exemplo, é libertador!

Chitos, te amo, obrigada por tudo!

04/10/2010

Um pouquinho de neura, mas muita felicidade!

Sábado foi meu aniversário. Comemoração especial, noite perfeita. No final de tudo, já agarradinhas e de luz apagada para dormir, eu tive um surto. Depois de estar tão feliz com tudo o que tinha rolado, me deu um surto de insegurança, de medo, de susto mesmo. Me assustei com o que estava sentindo, com a paz que estava sentindo nos braços dela, com o prazer imenso de receber um beijo carinhoso na testa, com a sensação reconfortante de sentir o calor do corpo dela junto ao meu. Me dei conta do quanto estou envolvida com essa senhorita.

Bateu aquela neurada toda de estar envelhecendo, de estar envolvida com uma mulher bem mais nova e ela não dar conta disso, de me sentir fragilizada por estar apaixonada de novo, medo de me apaixonar sozinha... Graças a Deus, a senhorita não me deu corda e dormiu, sem me dar chance de esticar o papo "non sense" que estava só começando. Estranho como esses momentos pirados aparecem quando a gente percebe o quanto se está feliz. É aquele medo de perder aquela pessoa, de não sentir mais aquelas coisas boas.

Domingo tentei explicar melhor o que tinha acontecido. Fiquei tentando me entender para que pudesse explicar que ela não tem culpa. Ela tem sido tão carinhosa, atenciosa, gentil, tem demostrado os sentimentos de maneira tão mais clara, mais aberta, mais leve e se esforçado tanto para me deixar feliz, que não seria justo dizer que ela está me deixando insegura. Insegurança é algo que mora em nós, aquele monstrinho silencioso que vai minando as relações, as atitudes, que vai corroendo a auto-estima, que vai embotando a nossa visão para as coisas boas, que destrói tudo por onde passa.

Passamos um final de semana tão gostoso, com momentos tão especiais, foi um ano de aniversário tão legal, que não posso me dar ao luxo de estragar nada com essa baboseira sentimentalóide de sapa assustada. Naquele momento, a menina e a mulher de 35 que habitam em mim, não chegaram a um acordo, ambas estavam sensíveis demais para manter o equilíbrio. E credo, como mulher é um bicho complicado! Juntando duas então, é um desespero de causa, não sei como nós sapas conseguimos manter nossos relacionamentos!! rs

Desculpa x... e obrigada por tudo, mesmo. Você tem me deixado muito feliz e sei que também estou te deixando. Sei também que você me quer, com a mesma intensidade que eu te quero, só segurando um pouquinho o freio. E a cada dia que passa está mais difícil a hora da despedida...

28/09/2010

Mudança nos ventos...

Os 35...

Sábado, faço 35 anos. Estou um pouco assustada, mas gostando. Assustada, porque me parece tão próximo dos 40, mas eu me olho e não consigo me ver com mais de 28, estacionei o meu espelho.

É fato que a genética tem ajudado, tenho poucos sinais de envelhecimento no rosto (no corpo nem tanto) e um jeito às vezes de menina (é o que dizem), o que quebra a seriedade dos 35.

Estou numa fase muito gostosa da minha vida. Muito parecida com a que vivi aos 30, de grandes renovações e mudanças. Foi aos 30 que me descobri lésbica, que vivi meu primeiro amor de forma completa, que me descobri sexualmente, que mudei de emprego depois de 7 anos, que me “divorciei” do meu irmão e fui morar sozinha, que me assumi, que me senti completamente livre. Nessa época, apesar de tantas coisas maravilhosas acontecendo, não conseguia sentir-me tão leve, o peso das responsabilidades ainda me assustava um pouco.

Hoje é diferente. Esses últimos 5 anos foram por demais importantes. Aos 35, estou me sentindo livre, leve e solta. Uma sensação de dever cumprido, de ter vivido tudo o que me era possível, da melhor maneira que pude.

É claro que tenho vários sonhos e planos que não foram realizados. Quando a gente tem 18, faz uma lista de projetos imensa, mas vai mudando a toda hora, substituindo sem culpa, de acordo com o desejo do momento. Com 25, começa a perceber que é preciso levar adiante pelo menos 1 ou 2 projetos sérios, senão a vida não decola. Com 30, pira por todos os que não conseguiu concretizar e replaneja de forma mais realista, sem tanta idealização, mas com muito mais determinação. Com 35, acho que a gente faz um balanço do que realmente valia investimento e dá andamento aos projetos que, de fato, farão diferença. Mais simplicidade, objetividade e certeza.

Com 35, você se sente dona de si, do seu corpo, das suas dúvidas, das suas escolhas. Olha pra trás e tem orgulho da sua trajetória, da sua história. Tem arrependimentos, sabe que precisa de alguns ajustes, mas sente que tudo valeu a pena e que ainda existe uma vida pela frente para fazer tudo diferente!

Mais segura sexualmente, fica mais descarada, mais libertina, mais libertadora. Preocupa-se menos em fazer bonito e se excita mais vendo o prazer da outra do que o próprio. Permite-se e curte ser gueixa, dominada, mulherzinha (não é o caso de todas), sem se sentir diminuída como mulher. Demonstra sem pudor que gosta de agradar, fazer as vontades e realizar os desejos da pessoa que gosta, sem aquela neura boba com orgulho. Passa a valorizar cada vez mais as pequenas atitudes, como receber uma rosa sem esperar, dar as mãos no cinema, ouvir frases simples como “minha mulher”, “gosto de ti” e “estou te machucando?” (que fazem toda a diferença), passear sem rumo e sem pressa na beira do mar, ficar horas no telefone rindo de besteiras, dormir agarradinhas e depois ficar sentindo o cheirinho da outra no travesseiro.

Com 35, estou tendo muito mais para dar e sabendo muito mais receber.

Viva a maturidade! E parabéns para mim!

23/09/2010

Momentos especiais

Ontem foi um dia especial em vários aspectos.

Voltei a comer sólidos!! Sai da nutricionista e fui almoçar no Botafogo Praia Shopping. Detesto esse escada shopping (só adoro o Tiramisu) e a praça de alimentação consegue ser tão ruim quanto a do Iguatemi, mas era o que tinha no meio do caminho.

Cheguei lá e fiquei olhando todos os restaurantes com cara de criança que vai ao parque de diversões, até identificar algo que eu pudesse comer, porque a dieta ainda está bem restrita. Eu louca pra comer carne, mas morrendo de medo de experimentar sozinha, sei lá, fiquei com medo de passar mal, entalar e não ter ninguém para me dar um apoio.

Resolvi ser bem conservadora e escolhi peixe grelhado com legumes. Levei praticamente 1 hora comendo, micropedaços, mastigando um zilhão de vezes até engolir. Acho que nunca gostei tanto de peixe! Deu tudo certo. Consegui comer a quantidade que ela mandou e não senti nada errado, nem enjoei, nem fiquei empanzinada, graças a Deus.

À noite jantei carne! Que delícia! Quase gozei sentindo aquele gosto na boca... Nossa, como eu amo carne. Também levei horas, ainda bem que a "senhorita" come beeem devagar. Jantar muito bem acompanhada, ganhei uma rosa vermelha linda! Noite perfeita e especial pra gente.

Estou redescobrindo todos os sabores, valorizando cada momento como sendo único, nas coisas mais simples e em todos os aspectos da minha vida. Simplicidade, esse é o lema do momento, menos é mais.

E hoje comecei a ficar meio deprê porque volto a trabalhar na segunda. Fim de férias... : (